Cenário futurista já é realidade por meio da automação residencial

Imagine chegar em casa após um dia estressante e, ao apertar um só botão, as cortinas se fecham, o telão desce pela parede, o ar condiciona liga na temperatura adequada e a TV sintoniza o canal preferido. Em alguns segundos e pouquíssimo esforço é possível relaxar na
poltrona em um ambiente com alta qualidade de imagem e som, que não deixa nada a desejar a uma moderna sala de cinema. Por muito tempo essa cena era restrita a cenários futuristas, como na casa dos Jetsons, animação infantil que fez muito sucesso no Brasil nas décadas de 1970 e 1980.

Graças aos avanços da tecnologia, essa é uma realidade cada vez acessível aos brasileiros. Isso é possível por meio da chamada automação, área de especialidade da engenharia elétrica que permite integração de sistemas. Há anos está disponível em larga escala na indústria, mas tem conquistado cada vez mais espaço também no ambiente doméstico por garantir conforto, acessibilidade e segurança. “Essas soluções permitem aumentar o valor agregado do imóvel, além de flexibilidade no projeto de iluminação, ar condicionado, áudio, vídeo, segurança, entre outros atributos”, explica a arquiteta Rozimeire Trevizan.

Conveniência também é uma forte característica dos sistemas residenciais automatizados. Um bom exemplo é o home theater. Nesses casos, a automação é responsável por integrar todos os elementos do ambiente, sejam eles luminárias, janelas, cortinas, além dos equipamentos de áudio, vídeo e ar. A chegada dos smartphones e a ampliação da internet foram fundamentais para dar mais eficiência aos projetos de automação residencial. Com isso foi possível aposentar os diversos controles remotos, substituindo todos por uma tela altamente intuitiva no celular, tablet ou computador.

Na opinião de Rozimeire, o diferencial destas soluções está na simplicidade e eficiência em utilizar os recursos automatizados conforme a necessidade do cliente. “Isso possibilita, então, desfrutar da verdadeira sensação de um home theater, cenas de iluminação, climatização e sonorização dos ambientes”, conclui.

Rozimeire Trevizan – Arquiteta Convidada

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